quinta-feira, 3 de julho de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
A Webquest e o processo ensino - aprendizagem
A webquest é mais uma excelente ferramenta para ser usada no processo ensino – aprendizagem. Uma das grandes vantagens que apresenta é permitir aos alunos a realização de pesquisas de forma orientada, evitando que estes se “percam” no imenso universo de informação disponível.
A Webquest deve conter os seguintes elementos na sua estrutura: uma introdução onde se faça um pequeno resumo sobre o tema que se pretende trabalhar; a especificação da tarefa a realizar; indicação de forma faseada do processo para realização da actividade; os recursos disponíveis e a forma de avaliação.
Este tipo de actividade permite ampliar e sedimentar conhecimentos, promove a realização de trabalho autónomo, desenvolve e valoriza o espírito de iniciativa e criatividade e pode ser desenvolvida em qualquer área disciplinar. É uma excelente forma de propor realização de trabalho de grupo, promovendo deste modo o desenvolvimento da sociabilidade, da afectividade e do respeito pelos outros.
Das várias Webquest que tive oportunidade de visitar, encontrei uma quantidade significativa com grande qualidade, no entanto, quero salientar as que foram elaboradas pelos formandos que frequentam a acção de formação “ A Internet como Recurso de Ensino Aprendizagem”.
A Webquest deve conter os seguintes elementos na sua estrutura: uma introdução onde se faça um pequeno resumo sobre o tema que se pretende trabalhar; a especificação da tarefa a realizar; indicação de forma faseada do processo para realização da actividade; os recursos disponíveis e a forma de avaliação.
Este tipo de actividade permite ampliar e sedimentar conhecimentos, promove a realização de trabalho autónomo, desenvolve e valoriza o espírito de iniciativa e criatividade e pode ser desenvolvida em qualquer área disciplinar. É uma excelente forma de propor realização de trabalho de grupo, promovendo deste modo o desenvolvimento da sociabilidade, da afectividade e do respeito pelos outros.
Das várias Webquest que tive oportunidade de visitar, encontrei uma quantidade significativa com grande qualidade, no entanto, quero salientar as que foram elaboradas pelos formandos que frequentam a acção de formação “ A Internet como Recurso de Ensino Aprendizagem”.
comunidades virtuais
As comunidades virtuais são espaços formados por agrupamentos humanos no ciberespaço. Seu funcionamento está diretamente ligado, num primeiro momento, às redes de conexões proporcionadas pelas tecnologias de informação e comunicação e, num segundo momento, à possibilidade de, neste espaço, pessoas com objetivos comuns, se encontrarem, estabelecerem relações, e desenvolverem novas subjetividades.
Rheingold, um dos primeiros autores a efetivamente utilizar o termo "comunidade virtual" para os grupos humanos que mantinham relações sociais no ciberespaço, define-as como:
Comunidades virtuais são os agregados sociais surgidos na Rede, quando os intervenientes de um debate o levam por diante em número e sentimento suficientes para formarem teias de relações pessoais no ciberespaço (Rheingold 1996: 18).
A definição de comunidade virtual proposta por Rheingold nos traz elementos como discussões e sentimento. Esses elementos, combinados no ciberespaço, são formadores de redes de relações sociais que formam um ecossistema de culturas diferenciadas a partir das práticas e interesses de cada grupo.
Já para Vilches, as comunidades virtuais
São redes fechadas, auto-suficientes. (...) Se auto-regulam. Têm uma dimensão ética e subjetiva, regem-se pela interdependência de interesses e afinidades e não têm objetivos políticos nem desejos de intervir na sociedade, ou competir com os meios massivos. (Vilches 2003: 52).
A partir dos conceitos apontados por Vilches e Rheingold, detecta-se que numa comunidade virtual há um sentido de pertencimento e de um projeto em comum propiciados pela comunicação que os sujeitos desenvolvem neste espaço. Os fluxos informacionais e comunicacionais, das mensagens compartilhadas, as atividades e discussões originam o vínculo social de determinado grupo. Desta forma a socialidade se faz presente no desenvolvimento de novas subjetividades e, como diz Rolnik, “não há subjetividade sem uma cartografia cultural que lhe sirva de guia; e, reciprocamente, não há cultura sem um certo modo de subjetivação que funcione segundo seu perfil” (Rolnik 1997: 29).
O conceito de socialidade está intrinsecamente ligado a relações sociais que marcam nosso dia-a-dia e com as quais as pessoas formam unidades a partir de seus interesses comuns. Tais unidades de atuação social são viabilizadas através de comunicação multi-direcional que permite que os indivíduos possam estar ligados coletivamente.
Maffesoli descreve a “socialidade” como agrupamentos urbanos contemporâneos nos quais relações cotidianas se estabelecem fora do controle social, permitindo práticas que escapam de um controle rígido. Ele exemplifica este fato através do hedonismo, do tribalismo e do presenteísmo.
As relações que compõem a socialidade constituem o verdadeiro substrato de toda vida em sociedade, não só da sociedade contemporânea, mas de toda vida em sociedade. São os momentos de despesa improdutiva, de engajamentos efêmeros, de submissão da razão à emoção de viver o ”estar junto“ que agrega determinado corpo social. Assim, é a socialidade que ”faz sociedade“, desde as sociedades primitivas com seus momentos efervescentes, ritualísticos ou mesmo festivos, até as sociedades tecnologicamente avançadas...” (Maffesoli 1998: 3).
Rheingold, um dos primeiros autores a efetivamente utilizar o termo "comunidade virtual" para os grupos humanos que mantinham relações sociais no ciberespaço, define-as como:
Comunidades virtuais são os agregados sociais surgidos na Rede, quando os intervenientes de um debate o levam por diante em número e sentimento suficientes para formarem teias de relações pessoais no ciberespaço (Rheingold 1996: 18).
A definição de comunidade virtual proposta por Rheingold nos traz elementos como discussões e sentimento. Esses elementos, combinados no ciberespaço, são formadores de redes de relações sociais que formam um ecossistema de culturas diferenciadas a partir das práticas e interesses de cada grupo.
Já para Vilches, as comunidades virtuais
São redes fechadas, auto-suficientes. (...) Se auto-regulam. Têm uma dimensão ética e subjetiva, regem-se pela interdependência de interesses e afinidades e não têm objetivos políticos nem desejos de intervir na sociedade, ou competir com os meios massivos. (Vilches 2003: 52).
A partir dos conceitos apontados por Vilches e Rheingold, detecta-se que numa comunidade virtual há um sentido de pertencimento e de um projeto em comum propiciados pela comunicação que os sujeitos desenvolvem neste espaço. Os fluxos informacionais e comunicacionais, das mensagens compartilhadas, as atividades e discussões originam o vínculo social de determinado grupo. Desta forma a socialidade se faz presente no desenvolvimento de novas subjetividades e, como diz Rolnik, “não há subjetividade sem uma cartografia cultural que lhe sirva de guia; e, reciprocamente, não há cultura sem um certo modo de subjetivação que funcione segundo seu perfil” (Rolnik 1997: 29).
O conceito de socialidade está intrinsecamente ligado a relações sociais que marcam nosso dia-a-dia e com as quais as pessoas formam unidades a partir de seus interesses comuns. Tais unidades de atuação social são viabilizadas através de comunicação multi-direcional que permite que os indivíduos possam estar ligados coletivamente.
Maffesoli descreve a “socialidade” como agrupamentos urbanos contemporâneos nos quais relações cotidianas se estabelecem fora do controle social, permitindo práticas que escapam de um controle rígido. Ele exemplifica este fato através do hedonismo, do tribalismo e do presenteísmo.
As relações que compõem a socialidade constituem o verdadeiro substrato de toda vida em sociedade, não só da sociedade contemporânea, mas de toda vida em sociedade. São os momentos de despesa improdutiva, de engajamentos efêmeros, de submissão da razão à emoção de viver o ”estar junto“ que agrega determinado corpo social. Assim, é a socialidade que ”faz sociedade“, desde as sociedades primitivas com seus momentos efervescentes, ritualísticos ou mesmo festivos, até as sociedades tecnologicamente avançadas...” (Maffesoli 1998: 3).
Qual a importância das tecnologias de informação para os alunos e professores
É importante a possibilidade de acesso á informação vinda de todos os cantos do mundo, visitando bibliotecas, museus, sem sair de casa, mantendo contacto com os colegas para a realização de uma determinada actividade sem necessitar de se encontrar com o colega.
Temos a possibilidade de contactar com pessoas de todo o planeta, conversar com elas em tempo real, a qualquer momento. Estas tecnologias permitem que o professor mais facilmente nos faça chegar a respectiva informação.
Temos a possibilidade de contactar com pessoas de todo o planeta, conversar com elas em tempo real, a qualquer momento. Estas tecnologias permitem que o professor mais facilmente nos faça chegar a respectiva informação.
As novas tecnologias de informação
No dia a dia com as novas tecnologia, os alunos e professores são bastante facilitados em comparação com o passado, por exemplo: um aluno que queira pesquisar sobre algo já não precisa de passar horas numa biblioteca, em vez de isso vai à internet e faz uma pesquisa mais completa e com menos tempo. Aos professores são lhes facilitados a marcação de faltas e o sumário.
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